A Bíblia fala que Deus descansou no 7º dia e na própria lista dos 10 Mandamentos, Ele diz para observarmos o sábado, pois ele é santo. É claro para mim que Deus ordena que devemos descansar em tempos fixos, a cada 6 dias, a cada fim de um ciclo, numa forma de confiança e deleite no Senhor.

Desta vez, mais do que nunca, o Espírito Santo me mostrou que os judeus, vivem atos proféticos poderosos nas suas “regras” e “rituais”. E o “elevador de shabbat” é um desses atos proféticos. Ele me disse que a essência do “elevador de shabbat” não é o não poder apertar o botão porque é trabalho, mas sim a entrega do controle.

Há dias ou estações na nossa vida onde as coisas estarão fora do nosso controle. Nestes momentos, podemos tentar de tudo, mas por este tempo estar determinado para nós, não adianta chamarmos, decidirmos onde irmos, o quão rápido chegarmos lá, e até mesmo orarmos para fazermos as coisas acontecerem, porque não será atendido. Existem momentos que as decisões não são feitas por nós. Elas são pre-programadas pelo plano soberano de Deus. Este tempo é mandatório em nossas vidas. Não podemos correr dele. E ele nos serve como um lembrete de que nossas vidas não pertecem a nós.

Jesus disse que Ele é o Senhor do Sábado, em Mateus 12. Sempre pensei que esta passagem era somente sobre compaixão, amor, fazer o bem que é parte da Lei. Isto porque os fariseus por serem religiosos recriminaram os discípulos por terem “trabalhado no sábado” e Jesus também ter decidido curar um homem neste dia, pois sendo Ele o Senhor do Sábado, o amor cumpre a Lei. Mas agora vejo que é mais do que eu entendia. Jesus é o Senhor do Sábado e por isso Ele faz todas as decisões necessárias para o “dia” de sábado. No “dia” de sábado, eu não sou a pessoa que faz as decisões, que faz as coisas acontecerem, a pessoa que está no controle. Neste “dia” de sábado, o livre arbítrio que tenho é de descansar e confiar.

Parte 3 a seguir…

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