Sou tão incomodada pelo Espírito Santo quando falo algo que sei que não agrada a Deus. É algo que quase me pertuba, pois a cada dia sou convencida que existe uma linguagem específica do Reino que os filhos de Deus precisam ter na boca. Mas por falta de ensinamento, ou muito envolvimento com a cultura, ou até mesmo por desleixo não se importam em se educarem a usar a boca como a Bíblia nos direciona.

Nesses dias me deparei com um verso que veio muito a falar comigo sobre este assunto mais uma vez. Está em I João 2:15-17:

“Não amem o mundo nem o que nele há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele. Pois tudo o que há no mundo – a cobiça da carne, a cobiça dos olhos e a ostentação dos bens – não provém do Pai, mas do mundo. O mundo e a sua cobiça passam, mas aquele que faz a vontade de Deus  permanece para sempre.”

Parece um verso bem claro e até quase fácil de obedecer, mas porque nós falamos coisas assim? “Ah, eu amo chocolate!” “Eu amo ir ao shopping” “Eu amo esta música!”

Quando Jesus foi questionado sobre os 10 Mandamentos, Ele os resumiu em 2: “Amarás a Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento” e “amarás ao teu próximo como a ti mesmo!”

Está aí exatamente o que Deus quer que a gente ame – a Deus e as pessoas! Nada mais. O verso em I João diz que se alguém ama o mundo ou as coisas deste mundo, o amor do Pai não está nele. É coisa séria!

Ah, mas são só palavras quando digo que amo sorvete! Sim, mas estou convicta que a minha linguagem é o primeiro sinal de quem eu sou.

Você já percebeu que tem gente que até abre o olhão quando diz coisas assim: “Eu aaaaaaaaaaaamei o seu presente!”  Porque não temos a mesma intensidade quando falamos de Deus? Ou pior, quando dizemos que amamos as pessoas?

Eu decidi, e preciso me vigiar, que a palavra “amar” só usarei quando me referir a Deus e a Sua Palavra, e a pessoas.

Você diz amar as coisas deste mundo?

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